Salário mínimo universal da Finlândia e a caixa de Pandora do Capitalismo

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A Finlândia quer pagar um salário mínimo a todos os seus cidadãos. A iniciativa deve três níveis e chegar a 3,9 reais por mês.

Trabalhadores e gente sem emprego serão beneficiados.

A Finlândia tem 10% de sua força de trabalho sem-trampo, especialmente entre os jovens que muito provavelmente nunca terão um trabalho regular na vida.

A robótica e a informática acabaram com os empregos em todo mundo, e eles nunca mais irão voltar.

Nesta Grande Terra de Tupã, esquerda e direita ainda falam em geração de emprego.

Falácia!

Como sempre estamos atrasados alguns milênios.

Se não pensamos, e não pensamos, somos reféns de toda ordem de demagogos, tipo Lula da Silva.

O governo finlandês argumenta (esse é um dos argumentos) que assalariar todo mundo tirará o peso da previdência social.

Com dinheiro no bolso as pessoas usarão menos a previdência e tratarão mais de cuidar da própria vida, o que seria uma prática, aliás, a ser seguida por todo mundo, em todo mundo.

Os trabalhadores, especialmente os sem-trabalho, gostaram da ideia. São pessoas que trabalham esporadicamente, mas para isso têm de passar pela burocracia estatal.

Não precisarão mais, pois, assalariados, podem por e dispor do trabalho quando e como quiserem.

Mudança

Há uma subleitura nessa história aí: a Finlândia quebra a relação trabalhador x empregador (empresariado + Estado) e destrói o mito desenvolvimentista, tão caro ao petismo, por exemplo.

Derruba também o mito liberal, aquele da capacidade e da competência individual, tão caro ao PSDB, por exemplo.

Há quem tema que com salários garantidos os sem-emprego não se esforcem para arrumar um e para subir na vida.

Esse é o espírito!

Arrumar um emprego regular para que?

Subir na vida para chegar onde?

Experiência

A experiência será, inicialmente, aplicada em uma região, ainda não definida, da Finlândia, para se ver como funciona e o que deve ser melhorado para ser implantada totalmente no país.

Os holandeses vão adotar o modelo em Utrecht, agora em setembro. E o Partido Verde propõe que se adote no Reino Unido.

Que o petismo não se assanhe, como sempre, de achar que o Lula é o pai da matéria.

Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

O bolsa do petismo (que chega, quando muito, a míseros 800 reais) é destinado a toda uma família.

Os 3,9 reais finlandeses, para cada indivíduo.

No bolsa a ideia é criar um “mercadinho” consumidor de bens perecíveis.

Na iniciativa finlandesa, de ajudar a destruir o Capitalismo.

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