As boas novas velhas notícias do governo Dilma Rousseff

Crédito da foto: agencia2.jornaltijucas.com.br
Crédito da foto: agencia2.jornaltijucas.com.br

O governo reconheceu, finalmente, ontem, que o PIB vai encolher este ano 2,8% e ano que vem (2016) 1%, o que seria um avanço se comparado com este ano.

Não se pode ver essa numerologia governamental nem com os olhos dos blogueiros da Veja e nem com os olhos dos colunistas niilistas da Folha de São Paulo.

E, por óbvio, nem com a desinformação e o fanatismo dos petistas.

Os números são duros, mas (mais ou menos) estão dentro da “realidade” do momento atual brasileiro.

Quanto aos 2,8% pode ser que seja um pouquinho a mais, coisa de 3 a 3,2%.

Já para 2016, pode até ocorrer não chegar a 1%, tudo dependendo do andar da economia brasileira.

Mas há boas notícias, a começar pela diferença do que deve ser registrado em 2015 para 2016.

Nada, nada é uma pequena recuperação aí da ordem de 2 p.p. ou um pouquinho mais.

Claro que o melhor seriam números positivos (mesmo que pequenos), mas é o que se tem por hora.

Outras

Os preços dos produtos ao consumidor pararam de crescer e alguns deles até caíram um pouco.

O índice de desemprego deu uma estancada na sua queda (o que não quer dizer que parou), mas o cenário é um pouco melhor que o registrado no início do ano, até mais ou menos abril.

O final do ano não deve ser dos melhores para o comércio (que estima até vender menos 50% do registrado nos anos anteriores), e nem para aquela larga faixa da população (especialmente os jovens) que espera conseguir aquele empreguinho temporário, com perspectiva de um contrato de trabalho permanente a partir de janeiro.

A ida de brasileiros para o exterior também despencou (coisa de 50%), mas isso deve impactar (positivamente) no turismo interno.

O que pode ser uma muito boa para as cidades praianas, já que para brasileiro turismo é molhar os pés na água do mar e tomar uma cervejinha, comendo camarão super frito e ultra salgado.

Com 500 anos de história e mais de 8 mil quilômetros de costa marinha, o brasileiro ainda não descobriu para que serve o mar.

Caída leve

Todos os setores da economia estão em queda (e o “balanço” do ano vai confirmar isso).

Mas nada daquela catástrofe antecipada pelas oposições de todos os matizes e panelas.

Nada que não dê (pelo menos) para ser equilibrado já no primeiro semestre do ano que vem.

Aliás, a indústria, que anda em baixa desde 2006, já começa a mostrar um pequeno sinal de recuperação.

A pedra de toque das oposições, no entanto, é a Petrobras, ou a sua demolição pelo petismo, como elas gostam de dizer.

A questão é que (a revelia dos fanáticos nacionalistas de esquerda) Dilma sacou do bolso uma intenção que já tinha de há muito, e vai privatizar a exploração de petróleo em águas rasas e no continente, deixando a petroleira brasileira cuidar das águas profundas, onde está um óleo de melhor qualidade, que, por consequência, é de valor mais alto.

Dilma, como já se disse por aqui diversas vezes, está cgd. e andando para o nhec nhec das oposições e para o arcaico nacionalismo dos “cumpanhero”.

Ela faz o que ela acha que deva fazer, e se ela acha, ela está certa (correta).

2018

Apesar do mau-humor de Lula da Silva, para com a independência de Dilma e para Levy, o correto é notar que a presidente está fazendo mais pelo partido e para o próprio Lula (candidatíssimo a 2018) que o bando de puxa-sacos que circula em volta do ex-presidente.

Se ela botar o trem brasileiro nos trilhos, Lula (ou seja lá quem for o candidato) leva 2018 de lavada.

Se ela deixar o trem descarrilar… bem… o trem já está mesmo descarrilado e o barco emborcado.

Aí o melhor mesmo é comprar um bom colete salva-vidas e ter um bom plano de saúde.

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