Jornalismo de terceira: voto de Fachin complica a vida de Dilma Rousseff

EhaDilma
Crédito da foto: agencia2.jornaltijucas.com.br

É preciso, no entanto, ir com calma com o andor. Ainda faltam todos os outros votos dos demais juízes e juízas, o que pode alterar substancialmente o que defende o ministro Edson Fachin.

Em síntese é o seguinte:

  1. O Senado não pode barrar a instauração do procedimento.
    2. Confirmou a votação secreta para a formação da comissão na Câmara.
    3. Negou o pedido de afastamento do deputado Eduardo Cunha da comissão.
    4. Argumentou a favor do afastamento de Dilma quando a Câmara autorizar o processo e enviar ao Senado.
    5. Rejeitou a ausência de defesa prévia de Dilma.

O quarto ponto do voto é importante

De acordo com um desses blogueiros (in)dependentes, palpite que já está circulando no meio petista como rastilho de pólvora, “Dilma só poderá ser afastada DEPOIS de o Senado julgá-la”.

Desonestidade intelectual: o que o voto diz é que, obrigado a aceitar o que for decidido pela Câmara, o Senado acata e lê a decisão e imediatamente a presidente é afastada do cargo por 180 dias.

Esse é o tipo de “jornalismo”(sic) que não se presta a nada, a não ser para ludibriar e iludir os incautos e os fanáticos.

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