Grampo acaba com Dilma e reação é apenas chororô de quem perdeu o jogo

Ehomoro
Crédito da foto: veja.abril.com.br

No final dos anos 80 (e os exemplos se repetem às pencas) um assassino norte-americano teve seu julgamento anulado, porque um dos investigadores subornou um informante para conseguir provas contra o acusado.

São as idiossincrasias da justiça norte-americana (como, por exemplo, a “delação premiada” copiada e tão em voga nesta Grande Terra de Tupã) que fazem a festa dos advogados nos EUA.

Não por acaso, os advogados são os maiores violões dos filmes de Hollywood, seguidos apenas de perto por empresários, traficantes e políticos.

Antes de prosseguir valho-me de lembrar que não tenho um pingo de simpatia pela justiça e menos ainda pela polícia, incluindo-se nela a Polícia Federal e a prática do grampeamento de pessoas.

Ilegal ou não, o grampeamento de Dilma e a sua divulgação pelo juiz Moro destroem a aura de honestidade da presidente da república.

Cadê as feministas?

Sobre a “boca-suja” de Luiz Inácio não se precisa falar nada pois ela é sobejamente conhecida, como esse inacreditável machismo do “grande líder”: “cadê as mulheres de grelo duro do partido?”.

A ex-petista, ex-prefeita paulistana pelo PT e atualmente no PSol, Luiza Erundina, reagiu de pronto: “desrespeito”.

Pois então, por aqui se reforça a posição de Erundina e se refaz a rombuda frase do “grande líder”: “Cadê as feministas?”.

Moro

Óbvio, como é sempre de se esperar, que o grampo suscitou controvérsias “no meio jurídico”.

Faz parte do jogo. Especialmente do jogo de cena e das intenção subterrâneas e subalternas.

É possível entender que o juiz Moro se precipitou e colocou mais gasolina no incêndio que consome o governo de Dilma?

Não sei dizer com precisão.

No que acredito é que as ruas estão instáveis e irascíveis para se culpar apenas um juiz do Paraná.

O que entendo é que o assassino norte-americano (apesar de todas as evidências e provas) deveria ter sido (ao menos) julgado.

A população (que não mata e também não desvia recursos do erário para benefício próprio e dos seus) merece algum tipo de consideração.

Mesmo que a justiça seja falha e (em muito casos) absolutamente obscena.

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