Pessoas cultas que observam horrorizadas o racismo e violência são ingênuas?

mimimi
Ilustração: Xumation Time – WordPress.com

[Nestes dias de análises pós-eleitorais, em que você pode dar uma de perspicaz porque conta com a vantagem de saber o resultado, fala-se de bolhas. São dias borbulhantes. Fala-se dessas pessoas ingênuas, que vivem em seus mundinhos confortáveis, que consomem cultura para se sentirem elevadas, que participam de organizações humanitárias sem sair de casa para serenar o coração. E que não veem a vida real.

Os que vivem numa bolha costumam ser urbanoides, vão ao cinema com certa frequência, leem vários jornais por dia para tentar entender o mundo e acreditam que a base da justiça social está em igualar a partir de baixo, da educação primária. Os “bolhinhas” são da opinião de que a TV pública precisa ter forma e conteúdo diferenciados em relação à comercial. Acham que o bom jornalismo cria cidadãos, esse jornalismo local que conhece o terreno onde pisa e bate à porta para perguntar.]

Leia do texto completo de Elvira Lindo no site do El País.

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