‘“Escrevemos mal?” As semelhanças de um queixume’

manipulação_massas[Há uma frase popular que diz “o mal de muitos é o conforto de todos“. Não sei se, neste caso, o mal de muitos nos confortará, mas os professores portugueses parecem que não estão sozinhos nos seus queixumes. A conclusão pode tirar-se do artigo do jornalista italiano Gennaro Malgieri, in Blitz de 6 de Fevereiro de 2017 (ver aqui ) que começa deste modo: “Por que razão os estudantes universitários italianos escrevem mal? A resposta é simples: lêem pouco“.

Não é isso que, entre nós, ouvimos constantemente? A falta de leitura, a falta de concentração parece ser um mal dos nossos tempos. E, por outro lado, se olharmos para as estantes das livrarias, se atentarmos em todos os espaços onde se vendem livros e publicações periódicas, concluímos que nunca se publicou tanto como agora. No entanto, parece que isso não se reflecte em mais leitura, não nos leva a concluir que os jovens lêem mais.

Mas as tecnologias não podem ser apontadas como as causadoras de todos os males. A isso se refere o linguista Giuseppe Antonelli num livro recente, chamando a atenção para o facto de que, mesmo usando WhatsApp e todas as aplicações informáticas se pode aplicar correctamente a língua-mãe.

Será que o novo “Perfil do aluno do século XXI“,  as novas “Aprendizagens essenciais“, a flexibilização do curriculum irão dar um contributo decisivo para a resolução deste mal de que todos nos queixamos?]

Leia o texto na integra no site De Rerum Natura.

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