Por que Lula venceria em “todos os cenários” na eleição de 2018?

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Crédito da foto: https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwivrKDFj5rSAhUFQZAKHTXjBl0QjB0IBg&url=http%3A%2F%2Fwww.phouse.com.br%2Ftag%2Flula%2F&psig=AFQjCNEedKeiC1pKrpog9LCo6O0hrwXvQA&ust=1487523639369236 (Pouse)

Confesso que relutei o quanto pude em escrever um texto tão tardio assim, depois de ficar sem escrever por mais de dois meses, por razão clinicas (digamos assim); mas o chamamento das duas pesquisa recente, Ibope e CNT, foram fortes e mereceriam algumas considerações, mesmo sendo elas, às vezes, recorrentes.

A primeira questão é uma recorrência: pesquisa não é eleição e tudo pode ser alterado (e deve ser alterado) com o passar do tempo.

Tudo está por um segundo”, cantou Gilberto Gil.

Vários fatores mexem com a percepção do eleitor, como já tive oportunidade de dizer por aqui várias vezes, o que só reforça o caráter oportunista das pesquisas.

Há uma outra recorrência que diz respeito ao comportamento das pessoas.

Elas são volúveis e dizem acreditar ou desacreditar das pesquisas de acordo com as suas próprias conveniências, crendices e fé.

Não me consta que pesquisa tenha fundamento religioso, seja um dogma, em que você acredita ou deixa de acreditar em alguma coisa.

Dizem (estão afirmando muito isso) que as pessoas estão com saudades do Lula, aquele que fazia e acontecia, mesmo às custas do endividamento do povo brasileiro.

Espero, sinceramente, que, se voltar (Lula), as pessoas não se arrependam e depois não iniciem um outro processo de impeachment (agora do Lula) – que ninguém aguenta mais esta presepada.

Mas é uma possibilidade bastante razoável.

Todo mundo se esqueceu de Dilma Rousseff, a golpeada. Ela está abandonada. Só se fala de Lula. É o típico caso de “faça a fama e deite na cama” ou no original “na cama que farás, nela te deitarás”.

Todo mundo conhece isso.

No entanto, não creio que as coisa seja tão simples assim.

Nada é tão simples assim. Nada tem apenas uma razão.

Vamos lá: seriam candidatos “anti-Lula” quem mesmo?

Bolsonaro? Temer? Serra? Aécio? Marina? Alckmin?

Nenhum desses tem cacife suficiente para derrotar a história e a memória de Luiz Inácio Lula da Silva.

Talvez FHC. Já tem gente defendendo a sua candidatura, e não são pouco, diga-se.

Mas tudo é muito prematuro (embora as pesquisas sejam sempre válidas, desde que feitas com isenção e honestidade).

Mas há aquela história de ter “muita água para passar por debaixo de ponte”.

Mas que o governo e o PSDB estão assustados, ah isso estão mesmo.

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