“Papa lamenta uma ‘certa mediocridade” na liturgia moderna”

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Crédito da foto: Dominus Est

[O papa Francisco lamentou neste sábado (4) que o anseio pela modernidade e pelo abandono do latim tenham trazido “certa mediocridade” à liturgia, declarou em um congresso sobre música sacra.

“O encontro com a modernidade e a introdução das línguas faladas (de cada país substituindo o latim) na liturgia geraram muitos problemas”, considerou o pontífice argentino.

“Tem prevalecido certa mediocridade, superficialidade e banalidade em detrimento da beleza e intensidade das celebrações litúrgicas”, disse.

Francisco ressalta que a Igreja deve defender e enaltecer a riqueza da música sacra, evitando ter uma visão “nostálgica” em relação a ela.

De acordo com ele, deve-se ter o intuito de tornar que a música e os cânticos da missa “estejam plenamente inseridos dentro das linguagens artísticas e musicais atuais, para fazer vibrar o coração de nossos contemporâneos”, insistiu.

Para isso, o papa fez uma chamada aos músicos, compositores, diretores dos corais de todo o mundo, para que possam contribuir com “uma renovação qualitativa” do canto litúrgico, e requisitou uma formação musical adaptada para os futuros sacerdotes, “em um diálogo com as correntes musicais de nossa época”.]

Com informações da IstoÉ e AFP.

“Papa Francisco cobra ‘renovação’ de cânticos da Igreja”

[O papa Francisco afirmou neste sábado (4) que a Igreja Católica precisa renovar suas músicas litúrgicas e torná-las mais “atuais”, porém destacou que é preciso evitar a “banalidade”.

As declarações foram dadas durante um congresso internacional de canções sacras organizado pelo Conselho Pontifício para a Cultura, no Vaticano.

“É necessário fazer com que a música sacra e o canto litúrgico saibam encarnar e traduzir a palavra de Deus em cânticos, sons e harmonias que façam vibrar os corações de nossos contemporâneos, criando também um clima emotivo que suscite o acolhimento e a plena participação no mistério que se celebra”, disse Jorge Bergoglio.

Segundo o Papa, é preciso dar uma “preciosa contribuição” à “renovação, sobretudo qualitativa”, das músicas litúrgicas. “Com certeza, o encontro com a modernidade e a introdução das línguas faladas na liturgia levantaram problemas de linguagem, forma e gêneros musicais. Muitas vezes prevaleceram certa mediocridade, superficialidade e banalidade em detrimento da beleza e intensidade das celebrações litúrgicas”, acrescentou.

No início de fevereiro, o Pontifício Conselho para a Cultura já havia admitido que o nível e a qualidade dos cantos da Igreja “não respeitam a diversidade cultural” do mundo de hoje. ]

Com informações da IstoÉ e Ansa.

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