Rede Globo versus opinião pública é a grande batalha que está posta

A Rede Globo de Televisão está apostando numa eleição indireta para a presidência da república, e já se fala até em nomes como o de Carmen Lúcia, do STF.

Michele
Reprodução do sítio UOL

A aposta de parte de opinião – pelo menos a mais engajada e politicamente de esquerda – é por eleições diretas – para que possa concorrer, óbvio, Luiz Inácio Lula da Silva.

Fernando Henrique Cardoso, por seu turno, deu uma de tucano.

Momentos após pedir a renúncia de Michel Temer, FHC disse, em nota, ser preciso respeitar a constituição.

Não dá para saber exatamente o que FHC quis dizer com constituição e que tipo de respeito ele pede e almeja, e nem por que.

Michel Temer, já combalido e já defenestrado, disse que não renuncia.

Não se poder esperar outra coisa de quem maquinou com Eduardo Cunha e parte do empresariado nacional a queda de Dilma Rousseff.

Está dentro do script temerista.

Temer, no entanto, não tem como resistir a assédio e a exigência tão grandes, a não ser que ele, Temer, aos moldes brizolistas, possa montar uma cadeia da legalidade para enfrentar a turba enfurecida.

A queda de braços entre a Globo e a opinião pública (parte dela, pelo menos) será insana.

Caso a opinião pública (ou parte dela) não busque ficar atenta a “vitória” será, necessariamente, da rede de tevê.

A rede ainda acha que manda no país e define seus rumos e seus gosto.

É apenas uma questão de tempo para vermos se isso é real ou não.

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