Notas importantes de uma crise que irá até o fim do mundo

FHC
Crédito da foto: GGN

Fernando Henrique Cardoso, o FHC, está dando o melhor de si: critica e pede a renúncia de Michel Temer na quinta-feira (passada) e telefona para afagos a Temer no domingo.

Faz mais: diz que quer dialogar com o PT para o enfrentamento da crise, mas num dialogo (monologo?) que nunca acontece.

Diz FHC que a culpa é do Lula que não aceita dialogar com ele e com o PSDB.

Bem… Lula tem uma carrada de defeitos já sobejamente conhecidos, mas duvido muito dessa conversa do FHC de que Lula não deseja dialogar. O “sapo barbudo” não é tão irresponsável assim

Esse papo do FHC soa com mera desculpa para ficar em cima do muro.

Dilma Rousseff está se virando na cama, perdendo sonhos e sonos e suspendendo viagens internacionais (pra Inglaterra, por exemplo) preocupada com a crise, que é, segundo ela, bastante grave.

Que é grave todos nós sabemos, mas Dilma Rousseff tem seu quinhão de culpa na crise (e que quinhão!) ao ceder ao canto de sereia de Lula e do PT, abrindo as torneiras (escancarando-as, na verdade) à gastança pública desenfreada e irresponsável.

Estive hoje conversando com um daqueles ”populares” (sujeitos) que fizeram parte da corrente insana e irresponsável que derrubou a presidente Dilma Rousseff (o Temer é vice, sempre se lembre disso).

Ele disse um coisa que não disse: que avisou as pessoas que era melhor deixar Dilma na presidência do que troca-la por um outro (no caso, Temer), pois, segundo ele, isso “não iria dar certo”.

Não me lembro de ele ter dito isso não, todas as vezes que conversamos; muito pelo contrário: ele vibrara com a possibilidade da queda da presidente, a quem taxava de incompetente.

O que sei é que muita gente que apoiou a deposição de Dilma Rousseff hoje em dia está roendo suas ignorâncias, suas insignificâncias, suas indignações e suas frustrações.

Não deveriam! Deveriam ter ponderado (à época) o quanto havia de estúpido em se derrubar uma presidente (ou mesmo um presidente) eleito pelo voto popular de maneira impune e sem consequência.

Tudo tem um reflexo, que não é exatamente como ir ao shopping center ou o lavar o carro num final de semana.

Aqui você faz, aqui você paga” – é o pior da história: estamos pagando todos, mesmo aqueles não desejamos e nem quisemos a queda de Dilma Rousseff.

A crise de alastra!

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