Joseph Stiglitz: por que é preciso negar as patentes

Patentes
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Um Nobel de Economia explica: imposto a pretexto de estimular a ciência, sistema de propriedade intelectual (PI) favoreceu apenas as grandes corporações. Em favor da pesquisa, há alternativas

Ao longo das últimas duas décadas, houve uma grave reação do mundo em desenvolvimento contra o atual regime de PI. Em grande medida, isso se deve a que os países ricos quiseram impor um modelo único para todos os países no mundo, influenciando o processo de definição de regras na Organização Mundial do Comércio (OMC) e forçando sua vontade por meio de acordos de comércio.

Os padrões de PI defendidos pelos países desenvolvidos são tipicamente projetados não para maximizar a inovação e o progresso científico, mas para maximizar os lucros de grandes empresas farmacêuticas e outros atores capazes de influenciar negociações comerciais. Não surpreende, portanto, que grandes países em desenvolvimento, com bases industriais substanciais – como África do Sul, Índia e Brasil  – estejam liderando o contra-ataque.

Esses países colocaram na mira principalmente a manifestação mais visível da injustiça da PI: a acessibilidade a medicamentos essenciais.

Por Joseph Stiglitz, Dean Baker e Arjun Jayadev, em Project Syndicate  –  tradução: Maurício Ayer.

Leia texto na integra em Outras Palavras.

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