China abandona a Venezuela e avança para dominar a Petrobras

chinadaA fragilidade da economia brasileira, mais claramente no segundo mandato de Dilma Rousseff, desencadeou uma corrida frenética dos chineses rumo ao petróleo brasileiro.

Enquanto parte da sempre mal informada esquerda brasileira acusa o governo de “entregar” a petroleira nacional aos norte-americanos, a China, via empréstimos, abocanha praticamente sozinha a estatal.

A coisa toda se iniciou com aquela alucinação total da era Dilma Rousseff, que embalou parte dos sonhos brasileiros (especialmente e mais uma vez as esquerdas entusiasmadas), levando-as a acreditar que os chineses iriam, sem qualquer contrapartida (doce ingenuidade!), investir em estrada, aeroportos, terras, petróleo, recursos minerais e etc. e tal,

Quem está gostando da história é Michel Temer que usufrui, com os pés no chão, do avanço chinês, que (parceiro velho) não acredita mais na Venezuela, preferindo investir no Brasil.

De acordo com El País,o Brasil se transformou nos últimos dois anos no principal beneficiário das abundantes linhas de crédito dos bancos institucionais chineses. Indo diretamente ao Estado e a empresas públicas, a China concedeu no ano passado empréstimos no valor de 15 bilhões de dólares (47 bilhões de reais), máximo histórico que coincidiu com um dos anos mais conturbados em política e economia no Brasil. A forte injeção em 2016, junto à realizada no ano anterior, coloca o Brasil como o segundo maior prestatário da China na região, ficando atrás apenas da Venezuela”.

Ainda segundo o jornal espanhol, “o Brasil ganhou importância na carteira de crédito chinesa da região especialmente nos últimos dois anos. O relatório, que é publicado desde 2005, indica que o Brasil não é tradicionalmente um dos grandes beneficiados desses empréstimos, com exceção de 2009 (o ano em que a China se transformou no principal parceiro comercial do país), quando a Petrobras recebeu um crédito no valor de 10 bilhões de dólares (31 bilhões de reais). Desde então não recebeu mais fundos até 2015, com cinco empréstimos no valor total de 10,5 bilhões de dólares (33 bilhões de reais)”.

Para acessar a matéria do El Pais clique aqui.

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